UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL – UFRGS
FACULDADE DE EDUCAÇÃO – FACED
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA A DISTÂNCIA – PEAD
INTERDISCIPLINA: EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAS
CATIANE CARDOSO VARGAS
Atividade:

O que é o Dossiê de Inclusão?
O dossiê de inclusão visa contribuir para a busca de sentido na produção de conhecimentos no transcorrer de nossos estudos. Este documento busca a completude de suas descobertas em que o respeito às singularidades será respeitado na medida em que cada aluno(a) será encorajado à reflexão e a sistematização de suas experiências num formato original capaz de apontar para as conquistas individuais.
Para seu Dossiê de Inclusão
- Relate sua experiência com educação especial e/ou com inclusão. Crie um novo pbwiki para fazer esse depoimento e encaminhe o endereço para a tutora da interdisciplina. Sugerimos, também, que linke esse novo pbwiki no sidebar de seu pbwiki pessoal.
-
O depoimento precisa ser sobre processos educativos que vocês mesmos vivenciaram, seja na sua escola, seja na sua sala de aula, seja na sua família ou com amigos. Pode ser feito na forma de texto, audio ou vídeo. Podem incluir registros fotográficos, lembrando porém, que as imagens dos alunos devem ter autorização dos pais ou responsáveis para serem colocadas na Internet. (Caso não tenham por favor editem as imagens, colocando uma tarja sobre os rostos ou outro mecanismo para preservar a privacidade e identidade dos sujeitos.) Um outro aspecto importante é mudar o nome das pessoas envolvidas para preservar a identidade das mesmas.
Após enviar seu link para a tutora aproveite para ler os depoimentos dos colegas do seu polo e dos outros polos e deixe comentários!
Verifique no pbwiki do seu polo o link do Cantinho dos Dossiês
Observação: Se não tiver um depoimento, pode visitar os dos colegas e fazer uma reflexão ao final, deixando seu registro sobre este assunto no seu pbwiki.






EXPERIÊNCIA COM EDUCAÇÃO ESPECIAL
A partir da proposta da atividade da interdisciplina de Educação especial para fazer um do dossiê de inclusão, relatando ma experiência própria com crianças especiais e da leitura do texto: História, deficiência e educação especial de Arlete Aparecida Bertoldo Miranda, refleti sobre processos educativos com crianças especiais em minhas praxes.
Desde criança, eu convivo com uma pessoa que possui necessidade educativa especial.
Minha prima Tainara (nome fictício), com 35 anos, apresenta deficiência mental.
É uma menina adorável que com um ano e cinco meses, teve uma febre muito alta e foi levada ao médico às pressas, o diagnóstico foi encefalite por causa da meningite.
Durante um mês, esteve internada em dois hospitais: em Torres e Porto Alegre.
Quando completou sete anos, minha tia começou a levá-la na APAE em Torres, pois era a instituição de ensino especial mais próxima.
Tinha acompanhamento fonoaudiólogo, pois quase não falava e quando falava era uma fala lenta.
Seu desenvolvimento educativo era considerado muito bom, fazia desenhos e pintava com bastante riscos, porém não escreve nem lê.
Freqüentou a instituição durante sete anos e precisou parar por causa da sua doença, pois segundo o médico sua idade cronológica é sete anos, e sua doença é divida em fases. Cada fase “vencida/passada” é considerada mais calma do que a que está por vir.
Conseqüentemente, Tainara começou a ficar cada vez mais agitada e a machucar os colegas com puxões de cabelo, tapas, beliscões, arranhar, colocar os dedos nos olhos dos outros, a fugir...
A tia então foi chamada na instituição e instruída a levá-la novamente ao médico.
Ele afirmou que nem mesmo com remédios, que, aliás, ela toma vários, Tainara ficaria mais calma já que isso tudo faz parte da sua doença.
A menina hoje continua na mesma agitação, é totalmente inquieta, não consegue sentar por mais de alguns segundos, repete tudo que se fala perto dela, troca as coisas de lugar, quando sente saudades de alguém não para de chamar o nome dessa pessoa e ao vê-la bate em vez de carinho, pois esta sua maneira de demonstrar o que sente. Devido a tudo isso ela quase não sai mais de casa.
No entanto, é uma pessoa amada e adulada pelos pais, irmãos, tios, primos e amigos.
Hoje, já temos APAE aqui na nossa cidade o que facilita muito para essas crianças e os pais das mesmas.
A realidade também é outra em relação à educação dessas crianças que já estão conquistando um direito delas por lei, freqüentarem uma escola regular.











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CATIANE CARDOSO VARGAS
ATIVIDADE
Para seu Dossiê de Inclusão
A proposta de atividade desta unidade é uma continuação daquela inciada na unidade sobre a história. Busquem informações sobre suas escolas e redes de ensino onde trabalham, indicando se identificam a presença de alunos com deficiência ou necessidades educativas especiais nessas instituições. Elaborem um texto no qual vocês apresentarão os dados de uma escola específica, indicando total de alunos e docentes, etapas de escolarização, alunos da educação especial presentes (quais? quantos? com que tipo de atendimento?). Elabore um comentário que integre a realidade descrita e os pontos centrais que identifica nos textos lidos.





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INTERDISCIPLINA: EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAS
CATIANE CARDOSO VARGAS
UNIDADE 2: Políticas Públicas Brasileiras em Educação Especial e o Projeto Político - Pedagógico da Educação Inclusiva.
Prosseguindo a atividade do dossiê, fui até a Escola Municipal de Ensino Fundamental Fernando Ferrari, localizada aqui no município de Três Cachoeiras, buscar as informações necessárias para o desenvolvimento da mesma.
Esta possui 200 alunos que compõem a educação infantil (pré-escolar) e ensino fundamental (1º ao 4º ano e 4ª à 8ª série), sendo estes divididos entre os 20 professores existentes na instituição.
Em meio a estes alunos encontramos um que tem necessidade educacional especial, pois apresenta deficiência física. Ele tem oito anos de idade e está no 2º ano do ensino fundamental.
Logo, a escola em seu ambiente físico, precisou ser modificada, já que este aluno faz uso de cadeira de rodas. Foram construídas rampas em salas de aula, refeitório, banheiros...
Portanto, podemos dizer que esta instituição de ensino se adaptou as necessidades deste aluno, preparando-se para inclusão, conforme está contido na Resolução CNE/CEB Nº2, de 11 de fevereiro de 2001, Art. 2º que:
“Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos.”
A escola também colabora para o crescimento dos alunos, encaminhando-os para, por exemplo, atendimentos clínicos, quando necessário.
O aluno citado à cima recebe atendimento na APAE, psicóloga, psicopedagogia e fisioterapia, em turno inverso.
Na Lei nº 9394/96 – LDB, em seu artigo 58, Inciso I, relata que “Haverá quando necessário serviço de apoio especializado, na escola regular, para atender as peculiaridades da clientela de educação especial.”, ou ainda como consta no documento “Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva” elaborado pelo Grupo de trabalho nº 948/2007, conforme a Constituição Federal de 1988, que é “... dever do Estado, a oferta do atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino” (art.208.).
Claro que estas leis ainda não foram totalmente colocadas em prática, ou teríamos atendimento especializado nas escolas e não apenas laboratórios de aprendizagens como reforço, para aqueles alunos que apresentam defasagem na aprendizagem, por exemplo.
Conseqüentemente, baseado no que foi descrito a cima, posso ressaltar que esta escola está se adaptando e contribuindo para que a inclusão ocorra, oferecendo assim uma educação de qualidade a todos.






Unidade 2 - aperfeiçoada












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Para seu Dossiê de Inclusão
Parte A) A partir da pesquisa iniciada sobre a educação especial no seu município, descreva quais serviçoes especializados existem no mesmo e quantos alunos são atendidos por estes serviços.
Parte B) ESTUDO DE CASO : Selecionar o caso.






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CATIANE CARDOSO VARGAS
PARTE A)
Unidade 3 – Serviços de Atendimento Educacional Especializado
A APAE é a única instituição, no nosso município, que proporciona ensino especial.
A missão dessa instituição é “Promover e articular ações de defesa de direitos, prevenção, orientação, prestação de serviços e apoio às famílias direcionadas a melhoria de qualidade de vida da pessoa com deficiência e à construção de uma sociedade justa e solidária.”, como mostra o site: http://trescachoeiras.apaebrasil.org.br/
A APAE de Três Cachoeiras atende 102 alunos e mantém a Escola de Educação Especial João de Barro.
As turmas são divididas por ciclo, ciclo I e ciclo II, EJA I e EJA II e grupo de convivência, que são alunos que estão na idade de escolarização e freqüentam este grupo para trabalharem em atividades da vida diária como culinária higiene, horta, etc.
Do total citado a cima, 42 alunos freqüentam turmas de educação infantil e ensino fundamental, e os demais recebem atendimentos especializados como: psicóloga, assistente social, fonoaudióloga, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, neurologista e psicopedagoga.
Portanto, podemos dizer que nosso município contribui para o ensino fundamental.
PARTE B)
Com base nos estudos realizados até aqui e como citei na atividade anterior, a escola em que estou realizando minhas atividades possui um aluno com necessidades educacionais especiais, por isso, a partir da proposta dessa atividade selecionei este para desenvolver meu “Estudo de caso”.
Este aluno tem oito anos, possui deficiência física, está no 2º ano e recebe, em turno inverso atendimentos especializados (psicóloga, psicopedagoga e fisioterapia) na APAE de Três Cachoeiras.






Parte A; Atendimento Educacional Especializado; Aperfeiçoada












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UNIDADE 4
Para seu Dossiê de Inclusão
Destacamos que as informações a seguir são orientações gerais para seu estudo de caso previamente selecionado no final da unidade 3. Tais orientações são independentes do tipo de deficiência ou necessidades que seu caso possa apresentar.
Solicitamos a seguinte atividade para ser acrescentada ao seu Dossiê:
Estudo de Caso
Sua tarefa nesta unidade será iniciar o registro escrito de seu "Estudo de Caso", você deve definir quem será o sujeito de sua pesquisa e registrar as informações.
Note que o sujeito por você escolhido não precisa estar relacionado com a temática desta unidade ou com as próximas. Procure algum caso na sua instituição, ou numa instituiçaõ vizinha ou ainda um aluno multirepetente ou com dificuldades de aprendizagem. Lembre-se: escolha para seu estudo de um determinado sujeito do cotidiano de sua prática pedagógica (como informado na Unidade 3).
Você pode começar contemplando os seguintes pontos:
1) Dados de identificação do sujeito
- nome (fictício), idade, situação familiar, profissão dos pais e condições socioeconomicas da família.
* Você pode acrescentar outras informações que achar relevantes e/ou necessárias em cada uma das partes desta atividade.
** Lembre-se que esta é uma atividade cumulativa. O prazo para postar esta tarefa no "Dossiê de Inclusão" de Inclusão é 22/05.






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UNIDADE 4
Dando seguimento à unidade anterior a qual começamos o Estudo de caso, relato que o aluno Felipe (nome fictício), tem oito anos, apresenta deficiência física, mora com a família (pais e um irmão) em uma localidade do município de Três Cachoeiras e freqüenta a religião católica.
A família possui baixa renda, a mãe do menino é do lar e o pai agricultor, ambos cursaram até 8ª série do ensino fundamental anterior (8 anos).
A mãe, além dos afazeres domésticos, acompanha Felipe na APAE, alguns dias da semana, onde ele recebe atendimento especializado em turno inverso a escola regular.
O menino Felipe freqüenta a escola regular da localidade em que mora e vai até a mesma de microônibus, transporte disponibilizado pelo município. Para entrar no micro, a mãe ou o pai ajudam-no e na escola é recebe auxílio de funcionárias da instituição para passar do micro para cadeira de rodas (existente na escola, especialmente para ele).
Os pais procuram fazer o possível para que o menino tenha uma boa educação, sentindo-se capaz de realizar as atividades existentes ao seu redor.












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UNIDADE 5
Estudo de Caso
Sua tarefa nesta unidade será continuar o registro escrito de seu Estudo de Caso abordando o seguinte item:
- História de vida do aluno
- avaliação inicial, diagnósticos (médicos, outros), encaminhamentos, atendimentos complementares especializados, processos investigativos.
* Você pode acrescentar outras informações que achar relevantes e/ou necessárias em cada uma das partes desta atividade.
** Lembre-se que esta é uma atividade cumulativa. O prazo para postar esta tarefa no "Dossiê de Inclusão" de Inclusão é (07/06).






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UNIDADE 5
Dando seqüência ao estudo de caso, ressalto que o menino Felipe é levado até a APAE de Três Cachoeiras uma vez por semana, no período da manhã, onde recebe atendimento especializado como: fisioterapia e fonoaudióloga, porém não recebi diagnósticos médicos.
Ele freqüenta desde os dois meses de vida, sessões de fisioterapia, mas desde pequeno engatinha, estimulado pelo seu irmão (que não possui deficiência física) e o ajuda a desenvolver sua coordenação e sua auto-estima.
Durante estas, realiza exercícios, como ficar em pé, sendo ou não através de aparelhos para o fortalecimento de suas pernas, dentre outros para obter melhores resultados com seus membros inferiores.
Quanto às sessões com a fonoaudióloga, começou a freqüentar no ano passado para melhorar sua fala.
Sessões estas que são importantes para ele, pois já se percebe melhoras no desenvolvimento da sua fala.
E segundo a família do menino, podemos dizer que se ele continuar obtendo melhoras, o que se acredita que conseguirá, será liberado das sessões até o final do ano, graças ao apoio da família, além da dedicação dos profissionais qualificados para tal tarefa.












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UNIDADE 6
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Estudo de Caso
Sua tarefa nesta semana será dar continuidade ao registro escrito iniciado contemplando :
- Comportamentos observáveis na escola sobre:
- relacionamentos: com professores/as, funcionários, colegas, outros;
- questões de aprendizagem, ;
- movimentos para a inclusão da escola (avaliação, acessibilidade, adaptações curriculares, serviços de apoio);
- movimentos para a inclusão do aluno; e
- envolvimento da família no processo de inclusão escolar.
* Você pode acrescentar outras informações que achar relevantes e/ou necessárias em cada uma das partes desta atividade.
** Lembre-se que esta é uma atividade cumulativa. O prazo para postar esta tarefa no "Dossiê de Inclusão" de Inclusão é 21/06.






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UNIDADE 6
Prosseguindo o estudo de caso, ressalto alguns comportamentos nítidos do aluno Felipe na escola.
Ele possui bom relacionamento com os professores e funcionários, o “problema” maior é com os colegas.
Para chamar a atenção, Felipe pega os materiais dos colegas sem autorização, às vezes risca cadernos, etc., ou seja, é mais agitado e falta com respeito aos colegas.
O menino se acha diferente, ele se exclui, conversando com a professora dele, acreditamos que isso decorre pelo fato de ser o único cadeirante na escola ou talvez em casa escute algo parecido, todavia, sempre que possível sua família se faz presente na escola, participando assim, do processo de inclusão escolar, afinal, deficiência não é sinônimo de incapacidade.
A professora destacou também que depois de muitas conversas com ele sobre respeito mútuo e solidariedade entre colegas e/ou crianças e adultos, ele vem demonstrando uma mudança positiva em seu comportamento.
Durante as aulas, tem sempre demonstrado interesse, participando das atividades propostas dentro dos limites, apresentando bom desenvolvimento quanto sua aprendizagem, porém ainda possui dificuldades para recortar, mais exatamente manejar corretamente a tesoura e o papel, além de pinturas em desenhos, sem borrar.
A escola, este ano, conseguiu uma mesa especial para este aluno se adaptar com mais facilidade ao ambiente escolar, ou seja, como citei em uma postagem anterior, a escola está sempre que possível se adaptando para inclusão de alunos com necessidades especiais, conforme cada caso.
Portanto, acredito que a professora do menino está oportunizando espaço de convivência, estimulo e aprendizagens, pois convivendo com crianças da sua idade o aluno Felipe, que apresenta deficiência especial, isto é, deficiência física, terá mais possibilidade de explorar o meio em que está inserido (afetos, músicas, espaço...). E é com essa convivência que venceremos o preconceito.





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UNIDADE 7
Concluindo este estudo de caso, posso destacar como já mencionei em outros momentos que a escola está contribuindo para promover a inclusão do aluno Felipe, valorizando sua história, suas experiências, além de modificar seu ambiente físico, como a criação de rampas na escola, mesa com regulagem de altura, cadeira de roda na instituição para facilitar o transporte do menino, isto é, fazendo o possível para atendê-lo conforme suas necessidades.
É importante destacar que segundo a professora, o menino não apresenta dificuldades em relação as suas aprendizagens, logo, está acompanhando bem a turma, devido a isso, sua avaliação decorre igualmente a dos demais colegas das séries iniciais do ensino fundamental.
Essa avaliação se dá por meio de pareceres descritivos, onde são especificadas suas evoluções, as possibilidades de seus progressos, pois através dessa a educadora tem a possibilidade de avaliar seus educandos diariamente, porém entregando uma descrição geral aos pais apenas no final do trimestre.
O menino Felipe por apresentar comprometimentos de seu aparelho locomotor que compreende ao seu Sistema Muscular, (membros inferiores) possui algumas limitações, como fazer determinadas atividades de Educação física.
Sendo assim, segundo o que destaca a autora Lenise Pistóia no texto “A rede de interações como concepção pedagógica: Alternativas no espaço da sala de aula com os alunos em situação de desvantagem”:
“(...) dentre inúmeras finalidades, permite ao professor aprender a lidar com classe heterogêneas, com conteúdos curriculares diferenciados e adaptados, utilizando estratégias de ensino, de acordo com as especificidades destes alunos.”
Ou seja, a professora da turma foi em busca de novos métodos que a permitiram oportunizarem condições para que o aluno Felipe e os colegas compartilhassem vivências no cotidiano escolar, valorizando assim a história de vida de cada um. Vivências essas que permitiriam a Felipe o desenvolvimento de sua própria autonomia, elevando suas potencialidades, transformando o ambiente em busca de uma melhor qualidade de vida.
Como vimos nos estudos realizados na Interdisciplina Desenvolvimento e Aprendizagem Sob o Enfoque da Psicologia II, segundo Becker no texto “Modelos Pedagógicos e Modelos Epistemológicos”:
“o professor tanto ensina quanto aprende e aluno tanto aprende quanto ensina; professor e aluno avançam em seu processo de construção do conhecimento.”
Sabemos também que cada aluno apresenta sua especificidade, habilidades e dificuldades, que variam de acordo com sua realidade e experiência de vida.
Isto é, como destaca Lenise Pistóia:
“Para ensinar a turma toda, parte-se da certeza de que as crianças sempre sabem alguma coisa, de que todo o educando pode aprender, mas no tempo e do jeito que lhe são próprios” (Texto: Diversidade e currículo – pág.7)
A autora destaca ainda no texto “Diversidade e Currículo” que não é uma tarefa fácil, todavia precisamos compreender a avaliação assim como o currículo precisa pressupor que promova a aprendizagem de todos os alunos e alunas em sua diversidade.
Deste modo, a escola está se aperfeiçoando conforme as necessidades de seus educandos, promovendo a inclusão do menino Felipe que está se desenvolvendo bem nesse espaço educacional, inclusive hoje já consegue se locomover sozinho na cadeira de rodas, coisa que antes não fazia, ou seja, suas habilidades Motoras se desenvolveram.
Portanto destaco aqui, como vimos no vídeo “Deficiência física” de Educação especial, que “DEFICIÊNCIA NÃO É SINÔNIMO DE INCAPACIDADE”.






Comments (11)
Graciela Rodrigues said
at 9:32 pm on Mar 31, 2009
Olá Catiane! Bom começo para seu Dossiê expondo como foi sua aprroximação com a área. Vamos dar continuidade com nossas reflexões no decorrer das leituras. Abraços.
Graciela Rodrigues said
at 9:54 am on Apr 18, 2009
Olá Catiane! Está muito bem organizado teu relato, trazendo dados de uma realidade escolar e articulando com a legislação. No final quando apontas tuas reflexões que aproximações faz com o texto "Ente Edifícos e tendas", além das legislações que já anunciaste? Espero que possas enriquecer ainda mais teu relato.
Graciela Rodrigues said
at 12:16 am on May 1, 2009
Olá Catiane, na parte A que reflexões realizas a partir dos textos desta unidade com seus dados?
Graciela Rodrigues said
at 11:04 pm on May 21, 2009
Olá Catiane, informações relativas a unidade 4 trazidas por ti. Apenas uma dúvida, em casa o aluno tem cadeira de rodas ou é somente na Escola?
Catiane Cardoso Vargas said
at 11:43 am on May 22, 2009
Olá prof!!!
Sim. O menino tem cadeira de rodas em casa. Esta que tem na escola é só para facilitar na hora do transporte.
Graciela Rodrigues said
at 9:50 pm on May 23, 2009
Certo, agora entendi, obrigada.
Graciela Rodrigues said
at 6:44 pm on Jun 7, 2009
Oi Catiane! Você e a Carem estão realizando o mesmo estudo de caso certo? Percebo muitas semelhanças na escrita de vocês. As informações podem ser iguais e devem pois trata-ser da mesma pessoa, porém a forma de escrever precisa ser particular. Contemplaste as informações para a unidade 5. Abraços!
Catiane Cardoso Vargas said
at 10:49 pm on Jun 7, 2009
Olá prof!!!!
Não somente eu e a Carem, mas acredito que a maioria das alunas que lecionam ou observam nesta escola, fazem o estudo de caso com esse mesmo menino. E como o contato com a mãe dele, devido a distância, é difícil e a escola não possui todas as informações, tivemos que ligar para ela, então as informações cedida por ela, são passadas exatamente as mesmas para todas nós. Até porque seria incômodo demais se todas ligassem. Por isso acredito que as descrições ficam tão parecidas.
Abraços!!!!!!
Graciela Rodrigues said
at 8:13 pm on Jun 18, 2009
Unidade 6 contemplada. Gostaria que revisasse a expressão: "apresenta deficiência educacional especial".Abraços.
Catiane Cardoso Vargas said
at 11:12 pm on Jun 24, 2009
Olá prof!!!! Unidade 6;
Já reformulei no próprio trabalho, acredito que agora consegui especificar o que eu quis dizer, me desculpe!!!
Abraços!!!!!!!!!
Graciela Rodrigues said
at 9:31 pm on Jul 7, 2009
Olá Catiane. seu texto está contemplando as solicitações da unidade, contemplando boas reflexões. Abraços.
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